Parecia que não iria chegar, sai de São Paulo e o sufoco já havia começado, pois alguns comissários de bordo não falam português e no aviào haviam vários estrangeiros e detalhe que haviam também os bambis juniores do São Paulo e Fluminense abordo indo para algum campeonato na Arábia. Viagem cansativa até chegar na primeira parada no Emirados Arábes em Dubai.
Como é diferente de nossa cultura aquelas pessoas com roupas diferentes, então passei no controle de imigração e fui no guiché do hotel que ficaria em Dubai. Assustado na fila encontro uma brasileira que estava indo para Austrália ao encontro do seu noivo e ela contou me que tinha visto de noiva, eu nunca havia escutado falar nisto.
No caminho para o Hotel, ela passou algumas dicas e nos despedimos, pois ela iria para Melboune encontrar seu noivo. Dormi em Dubai por 6 horas até acordar pela manhã e ir ao aeroporto novamente. Na Duty free de Dubai fiquei louco com os Notebooks, óculos, perfumes entre outros, mas não comprei nada e fui ao embarque, quando entrego o passaporte o cara diz "bom dia", nossa enfim uma palavra em português, no entanto o funcionário da companhia aérea apenas sabia "bom dia" e "obrigado".
Agora que iria complicar, pois de Dubai à Bangkok nenhum comissário de bordo falava português. Então quando falavam comigo era um sufoco.
Consegui fazer minha última conexão Bangkok à Sydney deitado nas poltronas vazias. Encontrei até um paulistano São Paulino que demonstrava mais perdido do que eu, depois de sofrer um interrogatório dos policiais em Dubai, que questionavam onde estaria a Maryjuana a popular Maconha. Logo após o nervosismo de passar pela imigração no aeroporto de Sydney e pegar as malas para enfretar os fiscais, fui ao encontro do meu amigo que já reside em por aqui 8 meses.
Ele com a camera ligada veio filmando para captar minhas expressões ao chegar. Nestas horas que vemos para que servem os amigos, ele foi até minha homestay e ajudou me a entender o ex-marido da dona da casa que não estava no momento devido ao trabalho e as crianças que estavam na escola. Logo depois fomos na agência de intercambio, almoçar e na díficil tarefa de encontrar o correto endereço da minha escola. Sem falar em outras dicas e macetes, como trem, onibus etc. Ao retornar para casa encontro minha mãe australiana, que é muito simpática e animada ao contrário de todos os outros casos que conheço. Estou em um bairro português onde há restaurantes brasileiro com Guárana antartica e até suco Del vale.
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2 comments:
Olá,bonitão, não escreveu nada hoje
mãe- Brasil
Santos- 27/03/08
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